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Sábado, 3 de Março de 2012

Jornal "Perrocas" número 68

perrocas 68

Março de 2012

 

Olá amiguinhos e amiguinhas

de todas as idades, cores e lugares...

A Páscoa está a chegar!


Uma receita…

Bolo de grão

Pede ajuda a um adulto!

Vamos experimentar uma coisa diferente!

Ingredientes:

  • 500 grs. de grão cozido
  • 50 grs. de manteiga
  • 3 gemas de ovos
  • 125 grs. de açúcar
  • 50 grs. de natas
  • 5 gotas de essência de baunilha

Para o glacé

  • 2 claras de ovo
  • 200 grs. de açúcar em pó
  • sumo de 1/4 de limão
  • bombons de geleia q.b.

Para a decoração

  • bombons de geleia q.b.

Confecção:

Após cozido o grão, passa-se pelo o passe-vite e leva-se ao lume num tacho, juntamente com o açúcar, até que seque um pouco.
Durante esta operação, mexe-se sempre com uma colher de pau, para que não pegue ao fundo do tacho.
Deixa-se arrefecer um pouco e junta-se primeiro a manteiga, depois as gemas e3, por fim, as natas.
Aromatiza-se com a baunilha e deita-se o preparado numa forma previamente untada e com o fundo forrado com papel vegetal também untado com manteiga.
Leve ao forno de temperatura regular por cerca de 1 hora.
Desenforma-se após arrefecido, cobre-se com glacé branco e enfeita-se com triângulos recortados em bombons de geleia.

BOM APETITE!


D. Pedro V

D. Pedro V de Portugal - 16 de Setembro de 1837 — 11 de Novembro de 1861), cognominado O Esperançoso, O Bem-Amado ou O Muito Amado, foi Rei de Portugal de 1853 a 1861. Era o filho mais velho da Rainha D. Maria II e do seu consorte D. Fernando II. Embora muito jovem aquando a sua ascensão ao trono português, com apenas 16 anos, foi considerado por muitos como um monarca exemplar, que reconciliou o povo com a casa real, após o reinado da sua mãe ter sido fruto de uma guerra civil vencida. D. Fernando II, seu pai, desempenhou um papel fundamental no início do seu reinado, tendo exercido o governo da nação na qualidade de regente do Reino, orientando o jovem rei no que diz respeito às grandes obras públicas efectuadas. D. Pedro é frequentemente descrito como um monarca com valores sociais bem presentes, em parte devida à sua educação, que incluiu trabalho junto das comunidades e um vasto conhecimento do continente europeu. A 16 de Setembro de 1855, com 18 anos, é aclamado rei, presidindo nesse mesmo ano à inauguração do primeiro telégrafo eléctrico no país e, no ano seguinte (28 de Outubro), inaugura o caminho de ferro entre Lisboa e Carregado. É também no seu reinado que se iniciam as primeiras viagens regulares de navio, entre Portugal e Angola. Dedicou-se com afinco ao governo do País, estudando com minúcia as deliberações governamentais propostas. Criou ainda, o Curso Superior de Letras, em 1859, que subsidiou do seu bolso, com um donativo de 91 contos de réis. Nesse mesmo ano é introduzido o sistema métrico em Portugal. D. Pedro V foi um defensor acérrimo da abolição da escravatura e data do seu reinado um episódio que atesta a convicção do monarca nessa matéria e que simultaneamente demonstra a fragilidade de Portugal perante as grandes potências europeias: junto à costa de Moçambique é apresado um navio negreiro francês, tendo o seu comandante sido preso. O governo de França, não só exigiu a libertação do navio, bem como uma avultada indemnização ao governo português. Portugal é, por essa altura, flagelado por duas epidemias, uma de cólera, que grassa de 1853 a 1856, e outra de febre amarela, principalmente em 1856/57. Durante esses anos o monarca, em vez de se refugiar, percorria os hospitais e demorava-se à cabeceira dos doentes, o que lhe trouxe muita popularidade. Em 1858, D. Pedro V casa-se por procuração com a princesa D. Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen, que veio a morrer no ano seguinte vitíma de difteria. Sendo a saúde pública uma das suas preocupações, foi juntamente com a sua mulher, a princesa D. Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen, que Pedro fundou hospitais públicos e instituições de caridade. Aliás, cumprindo os desejos por ela manifestados, o monarca, fundou o Hospital de Dona Estefânia, em Lisboa. Morreu com apenas 24 anos, em 11 de Novembro de 1861, que segundo parecer dos médicos, devido a febre tifóide (enquanto o povo suspeitava de envenenamento e por isso viria a amotinar-se). A sua morte provocou uma enorme tristeza em todos os quadrantes da sociedade. Não tendo filhos, foi sucedido pelo irmão, o infante D. Luís, que habitava então no sul de França. Jaz no Panteão dos Braganças, no mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa. Teve uma notável preparação moral e intelectual. Estudou ciências naturais e filosofia, dominava bem o grego e o latim e chegou a estudar inglês. O seu espírito terá sido influenciado pela convivência que teve com Alexandre Herculano, que foi seu educador. No dizer dos biógrafos, D. Pedro V: "com um temperamento observador, grave, desde criança [...] mandou pôr à porta do seu palácio uma caixa verde, cuja chave guardava, para que o seu povo pudesse falar-lhe com franqueza, queixar-se [...] O povo começava a amar a bondade e a justiça de um rei tão triste [...]"


Sabias que...

Na linguagem vulgar, chama-se lagarta ao primeiro estágio larval dos insectos da ordem lepidoptera. Têm o aspecto de vermes, por vezes segmentados e com os rudimentos dos três pares de patas característicos dos adultos. O estado seguinte chama-se pupa e geralmente forma-se dentro dum casulo. Geralmente, as lagartas alimentam-se vorazmente e podem atingir tamanhos de mais de 10 cm, embora o inseto adulto raramente chegue a essas dimensões. Algumas alimentam-se de folhas de plantas e podem constituir uma praga nas culturas e jardins. Outras desenvolvem-se dentro de frutos em maturação – a mãe coloca os ovos dentro do ovário da flor e a larva alimenta-se do pericarpo ou mesmo da semente. Noutros casos, os ovos podem ser colocados por baixo da pele dum animal vivo e as lagartas parasitam-no.

 


Um provérbio…

Gordura, é formosura.


Até Abril


 

publicado por pedrocas9@sapo.pt às 15:11

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