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Terça-feira, 8 de Outubro de 2013

Jornal "Perrocas" número 85

perrocas nº85

Outubro de 2013 

Olá amiguinhos e amiguinhas

de todas as idades, cores e lugares...

Boa Escola!

Divirtam-se!

 

 


 

 

Uma receita…

Scones com Sementes de Papoila

Pede ajuda a um adulto!

Vamos experimentar uma coisa diferente!

Ingredientes

450 g de farinha
25g de sementes de papoila
1 colher de chá de sal
½ colher de chá de bicarbonato de sódio
400ml de leite com 2 colheres de chá de vinagre ou sumo de limão (deixe repousar 15 minutos antes de usar)

Preparação:
Peneire a farinha com o sal e o bicarbonato de sódio para uma tigela e misture as sementes de papoila. Faça um buraco ao meio e junte o leite previamente misturado com o sumo de limão ou vinagre. Não junte o leite todo, vá juntando aos poucos, uma vez que pode não necessitar de juntar todos os 400ml.
Amasse até obter uma massa compacta que deverá ser mole, mas não peganhenta.
Coloque a massa numa superfície enfarinhada e forme uma bola, mas sem amassar muito. Com as mãos forme depois um disco de massa com cerca de 3 cm de espessura e corte depois com um copo ou um corta bolachas discos com cerca de 6cm de diâmetro.
Coloque os scones num tabuleiro enfarinhado e pincele-os com um pouco de leite. Leve ao forno previamente aquecido a 220ºC durante cerca de 12 minutos. Se estiverem a ficar muito dourados baixe um pouco a temperatura. Quando cozinhados devem ter um som oco ao bater-lhes na base.
Sirva os scones ainda mornos com manteiga e compotas a gosto. E uma chávena de chá!

 

BOM APETITE!

 

 


 

Américo Tomás 

Era filho de António Rodrigues Thomaz (Ferreira do Zêzere, Ferreira do Zêzere, c. 1870) e de sua esposa, Maria da Assunção Marques (Lisboa, Alcântara, c. 1874), criados da casa da família Rodrigues de Mattos e Silva de Abrantes e Sardoal.

Em outubro de 1922 desposou Gertrudes Ribeiro da Costa (Lisboa, 23 de Fevereiro de 1894 - 25 de Maio de 1991), conhecida como Dona Gertrudes, filha de António José da Costa e de sua esposa, Adelaide do Carmo Ribeiro, de quem teve duas filhas: Maria Natália Rodrigues Thomaz (c. 1925) e Maria Madalena Rodrigues Thomaz (c. 1930), casada com Antero de Campos de Figueiredo.

Ingressou no Liceu da Lapa em 1904, e concluiu a sua formação secundária em 1911. Frequentou a Faculdade de Ciências durante dois anos, entre 1912 e 1914, ano em que ingressou na Escola Naval, como aspirante no corpo de alunos da Armada.

Em 1916, ao concluir o curso da Escola Naval, e durante a Primeira Guerra Mundial, desempenhou funções no serviço de escolta no Couraçado Vasco da Gama, depois no cruzador auxiliar Pedro Nunes e nos contratorpedeiros Douro e Tejo2 .

Em 1918 foi promovido a Primeiro-Tenente.

A 17 de março de 1920, entra ao serviço do navio hidrográfico 5 de Outubro, onde serviu nos dezasseis anos seguintes, desempenhando ainda as funções de chefe da Missão Hidrográfica da Costa Portuguesa e vogal da Comissão Técnica de Hidrografia, Navegação e Meteorologia Náutica e do Conselho de Estudos de Oceanografia e Pesca e perito do Conselho Permanente Internacional para a Exploração do Mar3 . A 5 de Outubro de 1928 foi feito Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, a 5 de Outubro de 1932 Comendador da Ordem Militar de Avis e a 9 de Maio de 1934 Comendador da Ordem Militar de Cristo.4

Foi nomeado chefe de gabinete do Ministro da Marinha em 1936, presidente da Junta Nacional da Marinha Mercante de 1940 a 1944 e Ministro da Marinha de 1944 a 1958. A 10 de Agosto de 1942 foi elevado a Grande-Oficial da Ordem Militar de Avis e a 1 de Agosto de 1953 foi elevado a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo.5

Durante o desempenho de funções como Ministro da Marinha, foi o principal responsável pela elaboração e aplicação do Despacho 100, diploma que reestruturou e modernizou a Marinha Mercante portuguesa, permitindo também a constituição da moderna indústria da construção naval no país. Esta ação fez com que, nos meios navais, ao contrário do resto da sociedade portuguesa, o nome do Almirante Américo Thomaz seja, ainda hoje, muito respeitado.

Em 1958 foi o candidato escolhido pela União Nacional para suceder a Craveiro Lopes, com o beneplácito de António de Oliveira Salazar, não só por ser afeto ao regime mas também por ser pouco interventivo. Teve como adversário o General Humberto Delgado. A maciça fraude eleitoral permitiu a sua vitória por 75%, contra apenas 25% atribuídos a Delgado. O próprio Thomaz não votaria na sua eleição. Na sequência das eleições presidenciais, cujos resultados oficiais nunca seriam publicados oficialmente no Diário do Governo, conforme estipulava a legislação vigente, o regime determinaria, na revisão constitucional de 1959, que estas deixariam de ser directas, passando a ser da responsabilidade de um colégio eleitoral, constituído exclusivamente por membros da União Nacional. Desta forma, o regime punha de parte qualquer tipo de mudança democrática encetada pelo voto da população portuguesa. Em 1961 tornou-se Cavaleiro da Real e Distinguida Ordem de Carlos III de Espanha. Foi dessa forma reeleito em 1965 e 1972.

O 25 de Abril encontrou-o a poucos meses de cessar funções, uma vez que determinara deixar o cargo quando completasse 80 anos. Foi então demitido do cargo e expulso compulsivamente da Marinha, tendo sido enviado para a Madeira, donde partiu para o exílio no Brasil.6

Américo Thomaz, durante o desempenho das funções de Presidente da República, residiu sempre na sua residência particular, apenas usando o Palácio de Belém como escritório e para cerimónias oficiais.

Foi pouco mais do que um chefe de estado cerimonial, aparecendo muitas vezes a inaugurar exposições de flores, a ponto de lhe darem o apodo de "o corta-fitas".

Em 1978, o general Ramalho Eanes permitiu o seu regresso a Portugal. Em 1980, morre, subitamente, a sua filha mais velha, Natália.

Foi-lhe negado o reingresso na Marinha e o regime de pensão extraordinária actualmente em vigor para ex-presidentes da República.

A 18 de Setembro de 1987, Américo Thomaz morreu numa clínica em Cascais, após uma cirurgia, com 92 anos.



 

Sabias que...

A Dinamarca, oficialmente Reino da Dinamarca, é um país escandinavo da Europa setentrional e membro sênior do Reino da Dinamarca. É o mais meridional dos países nórdicos, a sudoeste da Suécia e ao sul da Noruega, delimitado no sul pela Alemanha. As fronteiras da Dinamarca estão no Mar Báltico e no Mar do Norte. O país é composto por uma grande península, a Jutlândia, e muitas ilhas, sobretudo Zelândia (Sjælland), Funen (Fyn), Vendsyssel-Thy, Lolland, Falster e Bornholm, assim como centenas de ilhas menores, muitas vezes referidas como o Arquipélago Dinamarquês. A Dinamarca há muito tempo controla a entrada e a saída do mar Báltico, já que isso só pode acontecer através de três canais, que também são conhecidos como os "Estreitos Dinamarqueses".

A Dinamarca é uma monarquia constitucional com um sistema parlamentar de governo. Possui um governo central e outros locais em 98 municípios. O país é membro da União Europeia desde 1973, embora não tenha aderido ao euro, e um dos membros fundadores da Organização do Tratado do Atlântico Norte e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico.

A Dinamarca, com uma economia mista capitalista e um estado de bem-estar social,3 possui o mais alto nível de igualdade de riqueza do mundo, sendo considerado em 2011, o país com menor índice de desigualdade social do mundo. A Dinamarca tem o melhor clima de negócios no mundo, segundo a revista estadunidense Forbes.4 De 2006 a 2008, pesquisas5 classificaram a Dinamarca como "o lugar mais feliz do mundo", com base em seu princípio de saúde, bem-estar, assistência social e educação universal; O Índice Global da Paz de 2009 classificou a Dinamarca como o segundo país mais pacífico do mundo, depois da Nova Zelândia.6 A Dinamarca também foi classificada como o país menos corrupto do mundo em 2008, pelo Índice de Percepção de Corrupção,7 compartilhando o primeiro lugar com a Suécia e a Nova Zelândia.

A língua nacional, o dinamarquês, é próxima do sueco e do norueguês. A Dinamarca compartilha fortes laços históricos e culturais com a Suécia e com a Noruega. 82,0% dos habitantes da Dinamarca e 90,3% da etnia dinamarquesa são membros da Igreja Estatal Luterana. Cerca de 9% da população tem nacionalidade estrangeira, sendo que uma grande parte deles são provenientes de outros países escandinavos.

 


 

 Um provérbio…

Um abismo atrai outro.


 Até NOVEMBRO amigos e amigas


publicado por pedrocas9@sapo.pt às 23:29

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