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Sábado, 1 de Março de 2008

Jornal "perrocas" número 20

perrocas nº20

Março de 2008

 

Olá amiguinhos e amiguinhas de todas as idades, cores e lugares...

Já estamos em Março

Gostaram da 1ª Expo on-line de blogs infanto-juvenis?

Temos mais novidades!

Fiquem atentos!


 Uma receita...

Bolo de Chocolate, Iogurte e Natas


 Ingredientes:

·    1,5 dl de azeite

·    150 g de iogurte grego

·    175 g de açúcar mascavado

·    3 ovos batidos

·    100 g de farinha integral com fermento

·    125 g de farinha de trigo com fermento

·    2 colheres de sopa de cacau em pó

·    1 colher de café de bicarbonato de sódio

·    60 g de chocolate para culinária derretido em banho-maria

Para o recheio e cobertura:

·    400 g de natas para bater

·    300 g de iogurte grego

·    400 g de framboesas frescas

Confecção:

Unte com manteiga uma forma lisa com 23 cm de diâmetro e forre a base com papel vegetal. Numa tigela o azeite, o iogurte, o açúcar e os ovos batidos e bata muito bem. Misture as 2 farinhas, o cacau e o bicarbonato., e incorpore no preparado anterior mexendo muito bem. Junte o chocolate derretido e bata.
Deite a massa na forma e leve ao forno pré-aquecido a (180ºC), durante 45-50 minutos (convém verificar se está cozido). Deixe arrefecer por 5 minutos na forma e depois desenforme sobre uma rede metálica deixando arrefecer completamente.

Corte o bolo em 3 rodelas. Prepare o recheio: Misture as natas  bem geladas e o iogurte grego e bata até obter um preparado firme. Ponha uma rodela de bolo no prato de servir e estenda por cima um pouco de creme. Espalhe um pouco de framboesas sobre o creme (se for necessário corte as framboesas ao meio).
Faça a mesma operação com a seguinte rodela.
Por último, ponha a rodela final e cubra com o restante creme. Decore com as restantes framboesas estas inteiras e sirva.

 


 

Sabias que... o Braille… 

O sistema de leitura para cegos, conhecido como Braille, surgiu a partir de um sistema de leitura no escuro desenvolvido por Charles Barbier, para uso militar. Quando o francês Louis Braille, que era cego, conheceu o sistema, passou a utilizá-lo e logo depois modificou-o, passando de um grupo de 12 pontos para um grupo de apenas 6 pontos, formado por duas colunas com três pontos cada. O agrupamento de seis pontos possibilita a constituição de 63 símbolos diferentes que servem para representar caracteres na literatura, na matemática, na informática e na música. O sistema foi inventado em 1825 e até hoje é utilizado em todo o mundo.


Apesar da sua eficiência em proporcionar o acesso das pessoas cegas a informação, leitura, estudo, etc. o sistema não conseguiu ainda progredir e atingir todos os meios da sociedade.

Sendo assim, o cego enfrenta muitas dificuldades pois dificilmente encontra outras pessoas que conheçam o sistema, e na maioria das vezes os equipamentos, sectores públicos, etc., não trazem as informações escritas em Braille.

O sistema Braille ainda tem que ser difundido para que as pessoas cegas sejam realmente incluídas na sociedade e possam ter maior autonomia.

Ler em Braille é muito fácil. Basta conhecer os símbolos e ler normalmente, seja com o tacto ou com a visão.

Os caracteres são lidos da esquerda para a direita e até sinais de pontuação são representados através dos pontinhos em alto-relevo.


Para escrever é necessário um pouco mais de técnica. São utilizados dois instrumentos: reglete e punção.


Há computadores que já conseguem traduzir de Braille e para Braille.

Actualmente há até alguns que conseguem imprimir páginas em frente e verso, reconhecer voz e transformá-la em Braille, entre outros recursos que facilitam o acesso de cegos à informática.

Há ainda outros equipamentos como brinquedos de montar, relógios que permitem a verificação das horas por meio do tacto, etc. Há outros equipamentos que não utilizam o Braille mas sim o som, para que os cegos possam ter melhor acesso. Muitos sites, computadores, sistemas em locais públicos, etc., já fazem uso deste método.

 


História de Portugal...

No dia 31 de Janeiro de 1908, o rei, que se encontrava em Vila Viçosa, tinha dado carta branca a um documento que autorizava a expulsão para fora do país ou o degredo nas colónias de todos os criminosos que cometessem crimes contra a segurança do Estado.

A maior parte dos historiadores pensam que o regicídio foi um acto que era há muito planeado e que esse documento não influenciou de forma decisiva o que viria a acontecer no dia seguinte.

No dia 1 de Fevereiro o rei ao regressar de Vila Viçosa desembarcou no Terreiro do Paço, na linha Sul e Sudeste.

Quando a carruagem se dirigia para o paço, o rei D. Carlos foi alvejado pelo caixeiro Alfredo Costa enquanto o príncipe D. Luís Filipe era morto da mesma maneira por um professor, Manuel da Silva Buíça.

D. Amélia conseguiu proteger o seu filho mais novo, D. Manuel que sofreu um ligeiro ferimento.

Os regicidas foram imediatamente abatidos enquanto a carruagem partiu em debandada para o Arsenal da Marinha.

 

O certo é que o regicídio marcou uma viragem abrupta na cena política. Dias antes, com o 28 de Janeiro, grande parte dos chefes revolucionários tinham sido presos e o próprio falhanço do golpe tinha fortalecido psicologicamente a política real.

O franquismo identificava-se com os objectivos do próprio rei e por isso a sua morte significava irremediavelmente o fim dessa tentativa de segurar um regime que estava preso por arames. Tanto mais que D. Manuel não estava preparado para um cargo para o qual não tinha sido orientado e que dificilmente conseguiria conduzir.

 

 

Constrói um instrumento musical

VIOLA ELÉCTRICA

MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

Caixa de cartão, tábua com cerca de 60 cm, dois camarões, arame, plástico redondo (5 cm de uma caneta velha), fio de nylon para as cordas, pregos e uma pequena tábua (10 x 3 x 1 cm).

 

FERRAMENTAS E ACESSÓRIOS

Tesoura, serra, martelo, alicate, lixa nº 150 e canetas de feltro.

EXECUÇÃO

Arranjas uma caixa de cartão baixa e com a tesoura abres um orifício por onde possa passar a tábua (o braço da tua viola). A tábua deve atravessar a caixa de lado a lado e ser pregada. Colocas no topo do braço (a cabeça ou pá) os dois camarões (nas violas, os carrilhões). Pregas a tábua de 10 cm (o cavalete) sobre a caixa de cartão. Só é possível pregá-la porque ela tem por baixo a outra tábua. Finalmente colocas as cordas. Dum lado presas ao cavalete, do outro aos carrilhões. Como as cordas, para darem um som limpo e bonito, necessitam de dois pontos de apoio, tens de as prender com um arame à volta do braço (nas violas, essa peça de osso ou plástico, tem o nome de "pestana").


Um provérbio...

Abril, Abril, está cheio o covil.


Até Abril

Amigos e Amigas

publicado por pedrocas9@sapo.pt às 21:23

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