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Quinta-feira, 1 de Maio de 2008

Jornal "perrocas" número 22

perrocas nº22

Maio de 2008

 

Olá amiguinhos e amiguinhas de todas as idades, cores e lugares...

Já estamos em Maio

E sabem uma coisa?

A escola está quase a acabar!


Uma receita…

Coquinhos
 Ingredientes:
250 g de açúcar
4 ovos
500 g de coco ralado
cerejas cristalizadas para enfeitar a margarina


Preparação:
Bata os ovos com o açúcar, até obter um creme esbranquiçado, junte o coco ralado e misture tudo muito bem.
Unte formas, coloque uma colher de sopa de massa e leve a cozer em forno quente durante 15 minutos.


Dia do trabalhador…

No dia 1º de Maio de 1886, 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, nos Estados Unidos, em manifestação pacífica, exigindo a redução da jornada para oito horas de trabalho. A polícia reprimiu a manifestação, dispersando a concentração, depois de ferir e matar dezenas de operários.

Mas os trabalhadores não se deixaram abater, todos achavam que eram demais as horas diárias de trabalho, por isso, no dia 5 de Maio de 1886, quatro dias depois da reivindicação de Chicago, os operários voltaram às ruas e foram novamente reprimidos: 8 líderes presos, 4 trabalhadores executados e 3 condenados a prisão perpétua.

Foi este o resultado desta segunda manifestação. A luta não parou e a solidariedade internacional pressionou o governo americano a anular o falso julgamento e a elaborar novo júri, em 1888. Os membros que constituíam o júri reconheceram a inocência dos trabalhadores, culparam o Estado americano e ordenaram que soltassem os 3 presos.

Em 1889 o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris, decretou o 1º de Maio, como o Dia Internacional dos Trabalhadores, um dia de luto e de luta. E, em 1890, os trabalhadores americanos conquistaram a jornada de trabalho de oito horas.

116 anos depois das grandiosas manifestações dos operários de Chicago pela luta das oito horas de trabalho e da brutal repressão patronal e policial que se abateu sobre os manifestantes, o 1º de Maio mantém todo o seu significado e actualidade.

Nos Estados Unidos da América o Dia do Trabalhador celebra-se no dia 3 de Setembro e é conhecido por "Labor Day". É um feriado nacional que é sempre comemorado na primeira segunda-feira do mês de Setembro e está relacionado com o período das colheitas e com o fim do Verão.

No Canadá este feriado chama-se "Dia de Oito Horas". Tem este nome porque se comemora a vitória da redução do dia de trabalho para oito horas. Na Europa o "Dia do Trabalhador" comemora-se sempre no dia 1 de Maio.

Em Portugal o Dia do Trabalhador é da maior importância para o movimento sindical e para aqueles que representa, mas também para todos os que defendem uma sociedade mais justa e solidária. Em Portugal é o dia em que afirmamos os valores do sindicalismo e a necessidade do progresso económico e social.

Os trabalhadores aproveitam este dia para alertar o Governo e outras entidades para algumas das suas necessidades, tais como: direitos dos trabalhadores, aumento de salários e melhores condições.


A maçã…

Os erros alimentares são uma das mais importantes causas do aumento das doenças crónicas. As doenças cardiovasculares são mesmo a principal causa de morte em Portugal. O Consumo adequado de fruta e de produtos hortícolas ajuda a prevenir este tipo de doenças, por isso é tão importante a recomendação da OMS de consumir 3 a 5 peças de fruta por dia.

Podemos dizer que as maçãs são excelentes fornecedores de fibras, tanto insolúveis (na casca) como solúveis, nomeadamente pectinas, são muito pobres em gordura e equilibradas em frutose.

Têm uma grande riqueza em vitaminas, sais minerais, substâncias antioxidantes e fitonutrientes. Em média 100g de maçã fornecem 65 Kcal.


Estas características tornam a maçã num dos alimentos mais importantes para uma alimentação saudável. O seu consumo regular (2 frutos por dia) ajuda a: manter um peso adequado, proteger das doenças cardiovasculares, regular os níveis de colesterol, diminuir o risco de diabetes, melhorar a função digestiva e respiratória e prevenir alguns tipos de cancro.

Uma maça pode e deve fazer parte das várias refeições diárias: ao pequeno-almoço, nas merendas da manhã ou da tarde ou até a finalizar a refeição, para quem não gosta de ficar sem sobremesa.

Também podemos consumi-las de diversas formas e até incluídas nos nossos pratos tradicionais, sempre que queremos diversificar ou inovar… O importante mesmo é que nunca faltem no nosso dia a dia!

 


Sabes quem foi…

Maria da fonte

As leis cabralistas, principalmente as da saúde e as da décima de repartição, deixaram a população do reino em permanente efervescência. Em cada dia que passa, a população não cessa de reclamar. Mas é inútil. As suas reivindicações continuavam por satisfazer. Faziam-se então apelos à revolta. «Povo! Meneia três vezes a cabeça, reflecte. Não tens um pulso para a espada, um ombro onde encostes a espingarda, olhos para a pontaria, dedos para o gatilho?» O povo, por enquanto, barafusta. Agita-se. Move-se contra a lei da saúde. E a partir de Janeiro de 1846, no concelho da Póvoa de Lanhoso, começaram as desordens. (...) Os sinos das igrejas de Taíde, Oliveira e de outras freguesias das cercanias não pararam de tocar, «ora a defunto, ora a rebate, e eram mulheres que os tocavam.» «Parecia», diz um contemporâneo, «uma entremezada.» De todos os lados, chamadas pelos sinos, chegavam mulheres alvoraçadas e em coro com as outras foram retirando «soltando impropérios contra os empregados da saúde, contra os emolumentos sanitários, dizendo que a igreja era sua, que os mortos não precisavam de pagar a médicos e cirurgiões para se enterrarem».

No dia seguinte foram presas quatro mulheres (três de Fonte Arcada e uma da freguesia de Taíde), «havidas por cabeças de motim» A de Taíde «foi logo tirada no caminho aos cabos por mulheres armadas e (...) as outras recolhidas na cadeia da Póvoa» (...)

Na vila, no Largo da Fonte, tinham as revoltosas o seu quartel-general: a Estalagem de Luísa Balaio -  conhecida, desde há muito, por Maria da Fonte. Na sociedade oitocentista portuguesa, aqueles espaços constituíam a atracção de múltiplos encontros.

Cruzavam-se párocos, marchantes, almocreves, postilhões, boleeiros, ferradores, tamanqueiros, militares, fidalgos, palafreneiros, usurários e marginais. Também lá, no costume do palratório, redobravam certamente as alusões à política e organizava-se opinião.

A Estalajadeira não ocultava a dela: reclamava, como as outras, o direito à religião antiga. E era encarada como uma apoiante fervorosa. Não foi à guerra, mas abasteceu e alojou as tropas: «Quando as revoltosas se dirigiam em numerosos concursos à vila tomavam para ponto de reunião a hospedaria da Maria da Fonte, e esta gostosamente lha franqueava, preparando-lhes, sem retribuição alguma, abundantes refeições.» Observar-se-á que uma pequena hospedaria, no seu ramerrão corriqueiro, não disponha de tigelas de caldo, sardinhas salgadas, pão e vinho para regalar aquele magote. Tinha de estar forçosamente prevenida, e não se pode afiançar quem suportou as despesas: vagueiam entre a verdade e as ilusões, entre o dito e o não-dito.

Maria Luisa Balaio tinha relações estreitas e ocultas com a entrosagem da sarrafusca, estava inserida numa rede de cumplicidades, aquentava o vaivém do turbilhão. Foi da sua locanda que saíram as revoltosas com o ânimo de libertarem as companheiras. No meio de cantorias, «assaltaram a cadeia, cujas portas despedaçaram a machado, e tiram as presas, não anuindo porém às instâncias dos outros presos que queriam evadir-se.» Quem sobressai nesta arremetida? Maria Angelina, que dá o sonho, a cor e a energia à insurreição. Vestida de colete de lã e saiote encarnado, com duas pistolas metidas na larga faixa e carabina ao ombro, iluminou os talvegues, quebradas e cordilheiras. A sua presença desafiou o século, e foi mais do que o símbolo da sublevação feminina. Em pleno romantismo, foi título de jornal, inspirou escritores, jornalistas, poetas, dramaturgos, musicógrafos, pintores, caricaturistas e foi, por diversas vezes, litografada. Ana Maria Esteves também saiu da obscuridade por estar à cabeça das atroadas e ter arrombado, com golpes de machado, as portas e o alçapão da cadeia. Mas o verdadeiro herói está na rua: é o colectivo feminino. As mulheres, em bandoria, deslizam em festas e brados. Nos ares ressoam os vivas à rainha, os vivas às mulheres, os morras aos Cabrais e as palavras de ordem do movimento: Leis novas abaixo, velhas acima!


Um provérbio…

Maio frio e Junho quente: bom pão, vinho valente.

Até Junho amigos e amigas…

 


publicado por pedrocas9@sapo.pt às 13:12

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