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Domingo, 4 de Maio de 2014

Jornal "Perrocas" número 92

perrocas nº92

Maio de 2014 

Olá amiguinhos e amiguinhas

de todas as idades, cores e lugares...

A escola está a acabar...

Há que dar o máximo!


Uma receita…

Bolas de Manteiga

Pede ajuda a um adulto!

Vamos experimentar uma coisa diferente!

Ingredientes:

(cerca de 20 bolas)

Para a massa

  1. 1 pitada de sal
  2. 150 g de manteiga
  3. 2 ovos
  4. 2 colheres (café) de fermento biológico seco
  5. 3 colheres (sopa) de açúcar
  6. 360 g de farinha de trigo
  7. 60 ml de leite

Para o creme de manteiga

  1. 1 chávena (chá) de manteiga
  2. 1 colher (chá) de essência de baunilha
  3. 1 pitada de sal
  4. 2 colheres (sopa) de natas
  5. 4 chávenas de chá de açúcar em pó

Para a cobertura

  1. açúcar em pó q.b.

Confeção:

  1. Junte o leite, o sal, o açúcar e a margarina, mexendo bem.
  2. Acrescente as gemas e o fermento e volte a mexer.
  3. Adicione, por fim, a farinha e amasse muito bem.
  4. Deixe levedar, com o recipiente tapado e em local temperado, até a massa duplicar de volume.
  5. Molde as bolas (poderá usar 1 copo para cortar a massa) e deixe levedar mais 30 minutos.
  6. Pincele com leite e leve ao forno, a 200ºC, durante 10 minutos.
  7. Deixe as bolas arrefecerem no forno.
  8. Para o creme, bata a manteiga à temperatura ambiente até ficar em creme.
  9. Acrescente o açúcar e bata devagar até que os ingredientes estejam bem ligados. Aumente a velocidade da batedeira para fazer maior volume no creme.
  10. Junte o sal, a baunilha e as natas. Bata bem.
  11. Se o creme não tiver a consistência desejada, acrescente um pouco mais de açúcar.
  12. Depois de cozidas e frias, corte as bolas ao meio, no sentido horizontal, e recheie-as com o creme. Polvilhe com açúcar em pó e sirva.

BOM APETITE!


Cavaco Silva

Filho de Teodoro Gonçalves da Silva e de Maria do Nascimento Cavaco, cresceu em Boliqueime, onde o pai se dedicava à exploração de frutos secos e ao comércio de combustíveis. Em Faro fez o Ciclo Preparatório, na Escola Técnica Elementar Serpa Pinto, e depois o Curso Geral do Comércio, na Escola Comercial e Industrial de Faro. Em 1956 veio para Lisboa, onde tirou o curso de Contabilidade do Instituto Comercial de Lisboa (hoje ISCAL), em 1959. Em paralelo, frequentou as disciplinas exigidas para admissão ao Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (actual ISEG). Prestes a terminar o curso, seria chamado a cumprir o serviço militar obrigatório. Fez a recruta na Escola Prática de Cavalaria de Santarém, e foi colocado como aspirante miliciano, na Repartição de Contabilidade dos Pupilos do Exército. Em 1963, depois de casar com Maria Alves da Silva, foi enviado em comissão para Moçambique, onde permaneceu até 1965. Em 1964 licenciou-se em Finanças, com a mais alta classificação do seu ano.

No final de 1965 torna-se bolseiro do Centro de Economia e Finanças da Fundação Calouste Gulbenkian, onde se dedica à investigação, a partir de 1967. Publica então um primeiro título, O Mercado Financeiro Português em 1966 (1967). Entretanto iniciara funções como assistente de Finanças Públicas, no ISCEF, onde leccionou até 1978. Mantendo a bolsa da Fundação Gulbenkian, parte com a família para a Grã-Bretanha, onde viria a doutorar-se em Economia Pública, na Universidade de York, em 1971. A sua dissertação, depois publicada, tem o título de A Contribution to the Theory of the Macroeconomic Effects of Public Debt (1973).

Regressado a Portugal, pouco antes do 25 de Abril, manteve-se como investigador na Fundação Gulbenkian, integrando depois o respectivo Centro de Economia Agrária. Em 1977 mudar-se-ia para o Banco de Portugal, assumindo o cargo de director do Departamento de Estatística e Estudos Económicos. Ao mesmo tempo passou a integrar, como vogal, a Comissão Instaladora da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa. Pouco depois leccionaria também na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa. Em 1979 prestou provas públicas para professor extraordinário de Economia Pública, na Universidade Nova de Lisboa, onde chegaria a professor catedrático.

Com a vitória da Aliança Democrática, coligação partidária entre o Partido Social Democrata (PPD/PSD), o Partido do Centro Democrático e Social (CDS) e o Partido Popular Monárquico (PPM), foi convidado a exercer funções como ministro das Finanças e do Plano (1980–1981) do VI Governo Constitucional, de chefiado por Francisco Sá Carneiro. Porém, após a morte do primeiro-ministro, recusa-se a integrar o governo de Francisco Pinto Balsemão, abdicando também do lugar de deputado para o qual tinha sido eleito. Em Fevereiro de 1981 é eleito, pela Assembleia da República, presidente do Conselho Nacional do Plano (órgão que antecedeu o Conselho Económico e Social), e que dava pareceres sobre as Grandes Opções do Plano.

Militante do Partido Social Democrata desde a sua fundação, foi ao VIII Congresso onde encabeçou uma lista candidata ao Conselho Nacional. No mesmo ano é eleito presidente da Assembleia Distrital da Área Metropolitana de Lisboa do PSD.

Na Primavera de 1985 foi nomeado membro da Comissão Instaladora do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa, pouco antes da política lhe ditar o afastamento do ensino (na Universidade Nova de Lisboa e na Universidade Católica Portuguesa), por uma década.

Depois da demissão de Carlos Alberto da Mota Pinto em 1985 (dos cargos de vice-primeiro-ministro e presidente do PSD) foi convocado um Congresso Nacional no Casino da Figueira da Foz. Inesperadamente, Mota Pinto morre, vítima de um ataque cardíaco, e o congresso parecia disputar-se entre João Salgueiro e Rui Machete. Porém, contra as previsões, foi Cavaco Silva quem acabou eleito presidente do partido. O falhanço das negociações com o Partido Socialista levaram à rotura do Bloco Central, que havia sido constituído em 1983. Como consequência, Ramalho Eanes dissolveu o Parlamento. Nas eleições legislativas de 1985, que se seguiram, o PSD obteve o melhor resultado de sempre (29,8% dos votos) dando início a um governo minoritário (o X Governo, chefiado por Cavaco Silva).


Sabias que...

Guiné-Bissau, oficialmente República da Guiné-Bissau (capital – Bissau), é um país da costa ocidental da África que se estende desde o cabo Roxo até à ponta Cagete. Faz fronteira a norte com o Senegal, a este e sudeste com a Guiné-Conacri (ex-francesa) e a sul e oeste com o oceano Atlântico. Além do território continental, integra ainda cerca de oitenta ilhas que constituem o Arquipélago dos Bijagós, separado do Continente pelos canais do rio Geba, de Pedro Álvares, de Bolama e de Canhabaque.

Foi uma colónia de Portugal desde o século XV até proclamar unilateralmente a sua independência, em 24 de Setembro de 1973, reconhecida internacionalmente - mas não pelo colonizador. Tal reconhecimento por parte de Portugal só veio em 10 de Setembro de 1974. A Guiné-Bissau foi a primeira colónia portuguesa no continente africano a ter a independência reconhecida por Portugal.3

Actualmente faz parte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), das Nações Unidas, dos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) e da União Africana.


 Um provérbio…

Voz corrente muito mente.


 Até JUNHO amigos e amigas


 

publicado por pedrocas9@sapo.pt às 21:13

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