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Sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2011

Jornal "Perrocas" número 55

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Fevereiro de 2011

 

Olá amiguinhos e amiguinhas

de todas as idades, cores e lugares...

Como vai a escola?

Têm aprendido muita coisa?

Não se esqueçam de estudar!

E de brincar!


Uma receita…

 

Brigadeiro


Pede ajuda a um adulto!

Vamos experimentar uma coisa diferente!

Ingredientes:

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 colher de manteiga
  • 3 colheres de chocolate em pó
  • Chocolate granulado q.b.

Confecção:

Coloque todos os ingredientes numa panela em lume brando, mexa bem, não deixando pegar no fundo; deixe endurecer um pouco (cerca de 5 minutos no lume, sempre mexendo).
Em seguida unte um prato com manteiga ou margarina e coloque a massa de brigadeiro para arrefecer.
Quando já estiver frio unte as mãos com manteiga ou margarina e faça pequenas bolinhas.
Depois passe pelo chocolate granulado e coloque nas forminhas individuais de papel.

BOM APETITE!


 

Filipe I

Um dos seus triunfos políticos foi obter a união ibérica, fazendo valer seus direitos de sucessão em 1581 nas Cortes de Tomar. Sete pretendentes disputavam a posse do reino quando morreu o rei em 1580, mas apenas cinco baseavam as suas pretensões em fundamentos aceitáveis:

  • Filipe II filho da primogénita do rei Manuel I, com seu marido Carlos V;
  • Duque de Sabóia, filho da infanta D. Beatriz, filha do mesmo Rei D. Manuel I e de seu esposo o duque de Sabóia;
  • Dom António, prior do Crato, filho do infante D. Luís, sendo este filho do mesmo rei D. Manuel;
  • Duque de Parma, neto por parte de mãe do Infante D. Duarte, filho do mesmo rei D. Manuel;
  • D. Catarina, Duquesa de Bragança, filha legítima do mesmo Infante D. Duarte.

Os que menos direito mostravam eram Catarina de Médicis, rainha de França, descendente de D. Afonso III e de sua primeira esposa a condessa Matilde de Bolonha, e o Papa, herdeiro natural dos cardeais, que entendia portanto dever usufruir o reino que um cardeal governava assim como podia usufruir uma quinta de que fora possuidor. Dos cinco que apresentavam títulos valiosos, só três disputavam seriamente a coroa: Filipe II, o prior do Crato e a duquesa de Bragança.

O prior do Crato, que se fizera aclamar em Santarém, dispunha de poucas tropas. Filipe reuniu exército, entregou-o ao Duque de Alba; confiou ao Marquês de Santa Cruz o comando da esquadra, e conservou-se próximo da fronteira de Badajoz. Alba marchou sobre Setúbal; conquistando o Alentejo, atravessou para Cascais na esquadra do Marquês de Santa Cruz, marchou sobre Lisboa, derrotou o prior do Crato na batalha de Alcântara a 4 de agosto de 1580, perseguiu-o até à província do Minho, e preparou enfim o reino para receber a visita do seu novo soberano.

Filipe não procurou intervir na política interna de Portugal e entregou o governo do país a um português de sua confiança. Além de ser filho de mãe portuguesa, Filipe fora educado por cortesões portugueses nos primeiros anos de vida. Filipe, em 9 de dezembro de 1580, atravessou a fronteira, entrou em Elvas, onde se demorou dois meses recebendo os cumprimentos dos novos súditos. Dos primeiros que o veio saudar foi o duque de Bragança. A 23 de fevereiro de 1581 Filipe II saiu de Elvas, atravessou triunfante e demoradamente o país, e a 16 de março de 1581 entrou em Tomar, para onde convocara cortes. Distribuiu recompensas, ordenou suplícios e confiscos, e recebeu a noticia de que todas as colónias haviam reconhecido a sua soberania, exceptuando a Ilha Terceira, onde se arvorara a bandeira do prior do Crato, ali jurado rei de Portugal a 16 de abril de 1581. Nas cortes, prometeu respeitar os foros e as isenções e nunca dar para governador ao país senão um português ou um membro da família real. Expediu de Lisboa tropas que subjugaram a ilha Terceira, em que D. António fora auxiliado pela França, e partiu para Espanha depois da vitória naval de Vila Franca, em que o Marquês de Santa Cruz destroçou a esquadra francesa em 26 de julho de 1582, obtendo a submissão da ilha. Nomeou para vice-rei de Portugal seu sobrinho, o cardeal-Arquiduque Alberto, e depois lhe ter agregado um Conselho de governo e de ter nomeado os membros do conselho de Portugal, partiu finalmente a 11 de fevereiro de 1583. Morreu em 1598 em El Escorial, na Espanha.


Sabias que...

Vénus é o segundo planeta do Sistema Solar em ordem de distância a partir do Sol, orbitando-o a cada 224,7 dias. Recebeu seu nome em homenagem à deusa romana do amor e da beleza Vénus, equivalente a Afrodite. Depois da Lua, é o objecto mais brilhante do céu nocturno. Vénus atinge seu brilho máximo algumas horas antes da alvorada ou depois do ocaso, sendo por isso conhecido como a estrela da manhã (Estrela d'Alva) ou estrela da tarde (Vésper); também é chamado Estrela do Pastor.


 

Um provérbio…


Uma grama de exemplos

vale mais que

uma tonelada de conselhos.


 

Até Março amiguinhos



publicado por pedrocas9@sapo.pt às 20:45

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Jornal "Perrocas" número 54

perrocas 54

Janeiro de 2011

 

Olá amiguinhos e amiguinhas de todas as idades, cores e lugares...

Temos cá um novo ano...

E a escola já recomeçou.

BOM ANO 2011


Uma receita

 

Bolo com Alfarroba e Passas

 

Pede ajuda a um adulto!

Vamos experimentar uma coisa diferente!

Ingredientes:

  • 2 chávenas de chá de açúcar
  • 4 ovos
  • 3 colheres de sopa cheias de manteiga
  • 3 chávenas de chá de farinha de trigo
  • 1 chávena de chá de leite gordo
  • 1 colher de chá bem cheia de fermento em pó
  • 2 colheres de sopa cheias de farinha de alfarroba
  • 1 chávena de chá de passas
  • fios de ovos q.b.

Confecção:

Separa as gemas das claras e bate as últimas em castelo firme.
Bate muito bem a manteiga com o açúcar.
Junta as gemas e bata novamente até obter um creme esbranquiçado e homogéneo.
Aos poucos e alternadamente acrescenta a farinha misturada com o fermento, o leite e a farinha de alfarroba.
Por último, adiciona as passas e as claras em castelo, envolvendo sem bater.
Deita o preparado numa forma alta e rectangular, previamente untada com manteiga e polvilhada com farinha.
Leva ao forno já quente.
Passados 40 minutos verifica se o bolo está cozido.
Desenforma e depois de frio decora com fios de ovos.

 

BOM APETITE!


 

Conselho de Governadores do Reino de Portugal

Por morte do Cardeal-Rei Henrique I de Portugal, em 1580, estando ainda a funcionar as Cortes de Almeirim para debater o complicado problema da sucessão da coroa de Portugal, tomou posse um Conselho de Governadores do Reino, nomeado pelo Cardeal (o qual, sentindo a morte iminente, e vendo-se incapaz de escolher um novo rei entre os vários pretendentes, não queria deixar o reino na anarquia) a fim de exercer interinamente o governo do reino, até que se decidisse sobre quem tinha legitimidade para governar.

Governadores do Reino: D. Jorge de Almeida, arcebispo de Lisboa; D. Francisco de Sá Menezes, camareiro-mor do reino; D. João Telo; D. João de Mascarenhas; D. Diogo Lopes de Sousa. O Conselho exerceu os normais actos de soberania enquanto esteve em funções – destacando-se, pela sua importância, a cunhagem de moeda própria. Exercia a presidência do Conselho o arcebispo de Lisboa. Dentre os seus membros, somente João Telo era contrário a Filipe II de Espanha - sendo os demais pelo rei castelhano.

As Cortes dissolveram-se pouco depois sem deliberarem acerca da sucessão - os Governadores do Reino – comprados pelos espanhóis – decidiram-se por Filipe II de Espanha.

Em virtude desta tomada de decisão, o povo de Santarém viria a rebelar-se e a aclamar como rei de Portugal o Prior do Crato, D. António. Poucos dias mais tarde entrava em Lisboa triunfalmente, onde foi recebido com idêntico entusiasmo, o que levou os Governadores a fugirem com receio para Setúbal, e daí rumo a Ayamonte, onde declararam sucessor legítimo da Coroa o rei de Espanha Filipe II, e dando-lhe assim um pretexto para invadir militarmente o reino.


Sabias que...

Mercúrio é o menor planeta do Sistema Solar, circulando em volta do sol a cada 87,969 dias terrestres. Mercúrio completa três rotações em torno do seu eixo em cada duas órbitas. A sua aparência é brilhante quando observado da Terra. Só pode ser observado a olho nu durante o crepúsculo matutino ou vespertino.


Canção…

 

Ai Mouraria

Ai, Mouraria
da velha Rua da Palma,
onde eu um dia
deixei presa a minha alma,
por ter passado
mesmo ao meu lado
certo fadista
de cor morena,
boca pequena
e olhar troçista.

Ai, Mouraria
do homem do meu encanto
que me mentia,
mas que eu adorava tanto.
Amor que o vento,
como um lamento,
levou consigo,
mais que ainda agora
a toda a hora
trago comigo.

Ai, Mouraria
dos rouxinóis nos beirais,
dos vestidos cor-de- rosa,
dos pregões tradicionais.
Ai, Mouraria
das procissões a passar,
da Severa em voz saudosa,
da guitarra a soluçar.

(Amadeu do Vale e Frederico Valério)

 


Um provérbio…


O homem comum fala,

o sábio escuta, o tolo discute.


 

Até Fevereiro



publicado por pedrocas9@sapo.pt às 20:23

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